"Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens." Mt. 5, 13
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
O SAL DA TERRA.
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Almeida
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16:30
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
TESTEMUNHA CENTENÁRIA DA HISTÓRIA SERRANA.
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| A acadêmica sorridente, depois de ser empossada na Academia Itabaianense de Letras, em 27/11/2015. No mapa, da cidade de Itabaiana, em 1938, em vermelho, o local do sítio onde nasceu. |
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| As décadas de 1930 e 1940 foram riquíssimas para Itabaiana. E para a geração como a da garota Ieda Tavares, assinalada em vermelho. |
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| Jornal O Progresso, de Itabaiana, e o Posto Agropecuário da Fazenda Grande. De 31 de agosto de 1941. |
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| Procissão em 13 de maio de 1945, para comemorar o fim da Segunda Guerra Mundial na Europa. |
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| A Veraneio de Dr. Pedro Garcia Moreno Filho. Com amigos. |
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Almeida
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23:18
sábado, 19 de setembro de 2026
LONGA VIDA À CASA DE ZÉ CRISPIM! MEMÓRIA PRESERVADA.
Faz tempos que a vi pela primeira vez. Foi em 1975, quando me matriculei na escola de datilografia de Antônio Alves dos Santos, Tonho Patola, sob as orientações de Lenita, sua então futura esposa, à época, na Rua das Flores.
Achei a arquitetura interessante; um pouco parecida com as supostas ruas de Ilhéus, da novela Gabriela, Cravo e Canela, então passando em primeira versão.
O impacto era porque, na zona rural de onde eu vinha, a maior parte das vivendas, todas médias, de sitiantes; ou pobres, de pataqueiros, o modelo comum era o chalé e o vão, poucos em alvenaria, e a maioria de taipa com acabamento de piso de tijolo e reboco e pintura; e as mais pobres, a “mão na testa”, de uma única água.
A cidade, estava em franca construção e reconstrução, em alvenaria, mesmo de residências ainda humildes. Ver algo mais caprichado, causou-me certo prazer em deslumbrar.
A Rua das Flores já tinha 15 anos de dividida pela Avenida Ivo de Carvalho, mas, território da incipiente classe média da pequenina urbe, apesar de em franco crescimento. Nela, tanto na parte renomeada de Floriano Peixoto, como na Barão do Rio Branco, endereço do prédio em foco, várias casas no mesmo estilo, que foram desaparecendo, principalmente à medida que as contas bancárias ficavam mais polpudas.
Porém, Zé Crispim fez outra casa, ao fundo, de frente para a Rua da Jaqueira (R. Manoel Garangau), pedaço da antiquíssima estrada real Salvador-Olinda; mas não mexeu na fachada da Rua das Flores.
Bem, depois de ter resistido por quase um século, a velha fachada do imóvel, hoje sob a administração do seu filho, Antônio “Grampão” Crispim de Souza, recebeu ampla reforma, terminada na semana passada, no alvorecer deste setembro, antecipando a primavera. E volta a encantar quem gosta de ter história pra ouvir e contar.
Restam só duas construções centenárias. Simbolicamente, de um momento em que Itabaiana finalmente estava despertando de um sono letárgico de dois séculos e meio, parada no tempo, como um município rico, mas com uma sede paupérrima.
Longa vida à casa de Zé Crispim!
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22:06
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
A FEIRA LIVRE E AS “VELHAS NOVIDADES”.
Faz 60 anos, vinte vezes mais. E a feira, talvez surgida há seis mil anos na Mesopotâmia, continua, em praticamente todas as culturas.
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| Em 1968, ano da foto à esquerda, a grande preocupação era com os nascentes pegues-pagues, hoje supermercados. E a feira não parou de crescer, como em 2010, lado direito. |
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| A feira. Firme; contínua, de antes da pandemia, e consequente explosão do "delivery" ou entrega, no bom português. Que veio pra ficar. |
O primeiro sobressalto.
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| Feira da quarta-feira, por volta da 15 horas, em 1986, dois anos antes da redução da jornada de trabalho, de 48 para 44 horas semanais: esvaziada (no terreno, foi construído o Mercadão, em 1989) |
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18:14
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
MEUS PARABÉNS!
Hoje, com inúmeros prestadores do serviço, o Itnet é só mais; mas há vinte e cinco atrás, quando o chiadinho da conexão discada ecoou nos altofalantes do computador, foi mais do que sensação de gol tricolor a decidir um campeonato.
Que me perdoe(m) o linguajar, só um louco pra sonhar tão alto naquele momento. E, como dizia Ariano Suassuna, "em me dou bem com os loucos. Deve ser por afinidade".
Em 7 de setembro de 2001, não foi um dia qualquer: foi um marco histórico da grandeza de um 13 de junho de 1978, quando a Rádio Princesa da Serra entrou no ar.
Parabéns Itabaiana!
Muito obrigado, Jâmisson Machado.
PARABÉNS, ITNET!
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21:37
domingo, 6 de setembro de 2026
ESPERIDÃO NORONHA: DE HERÓIS MAIS OU MENOS ESQUECIDOS.
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| Ponte de madeira sobre o rio das Traíras, rodagem velha para Campo do Brito. Comum na primeira rodovia em barro, aqui citada. |
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| Provável modelo usado por Esperidião Noronha para nos conectar além, preparando para o viria a ser a Capital Nacional do Caminhão. |
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15:31
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
A RODA DA HISTÓRIA.
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| Os seis postes de iluminação, acima, em foto de 1993, depois de meio século, serão substituídos. |
Mas em fins de outubro o governador José Rollemberg Leite, finalizando seu primeiro ano do segundo mandato, acenou com uma estrondosa melhoria na praça esportiva, construída no cruzamento da antiquíssima estrada real para Salvador, e a BR-235, trecho já substituído e nomeado como Avenida Manoel Francisco Teles: a iluminação por potentes refletores, o que significava, assistir partidas noturnas, doravante.
Em novembro de 1975, o rebuliço na cidade com a chegada das carretas trazendo os seis enormes postes foi colossal.
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17:25





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