terça-feira, 7 de julho de 2026

A INAUGURACÃO

"Nossos amigos, e até nossos inimigos, precisam se sentir seguros. Precisam ir dormir, sabendo que o presidente está sentado nessa cadeira. Protegendo-os."

O conjunto, Residencial Prefeito Serapião Antônio de Gois, em ato de inauguração, no último dia 3 deste julho.
A política partidária, não deveria ser, mas acaba sendo um negócio. O topo das relações humanas. Sua alternativa, é a guerra; o mata-mata. Mas nem toda negociação política envolve usura, na forma de dinheiro ou qualquer espécie de bem. Na maioria das vezes é somente a busca pela segurança. Pertencimento.

Em Itabaiana, como em qualquer lugar do mundo, e em qualquer momento da história humana, sempre que houve instabilidade severa no comando, na liderança, houve hesitação da sociedade; medo. E até desesperança, o pior estágio mental do ser humano. Confirmando a frase com que abro esse artiguete, do filme, uma comédia americana dos anos 90, “Dave, presidente por um dia”. Estagnação.

O exemplo mais marcante é o da nossa história recente, depois de 1950. Golpes e contragolpes, na política serrana, cessaram desde então. Vinham eles, de desde a Proclamação da República. E não foram cessados com a estabilidade forçada do Estado Novo, onde houve um certo armistício, recomeçando as escaramuças logo após a queda de Getúlio Vargas, em 1945.

Entre 1890 e 1930, vinte e um prefeitos, então chamados de intendentes, mais ou menos, sob comando central de dois chefes políticos, se revezaram na administração de Itabaiana. Depois de duzentos anos de estagnação total.

No período pós-revolucionário de 1930, até 1935, seis prefeitos se apresentam, deles por apenas três meses.

A administração do jornalista Silvio Teixeira, a partir de 1935, confere certa estabilidade. Mesmo com a sua renúncia, em 1941, e substituição pelo candidato que derrotara em 1935, Manoel Francisco Teles. Mas o golpe que derrubou este, em 1945, retornou à instabilidade, com quatro prefeitos, entre 1945 e 16 de novembro 1947, quando toma posse Jason Correia, eleito em 19 de outubro, próximo passado.

Ali começou  estabilidade, mesmo que relativa.

Mapa da Fazenda Grande, de 1950, (em montagem sobre foto de onde foi a sede), mostra a imponência do investimento federal, e sua estrutura, que revolucionou a pequena agricultura, no Agreste de Itabaiana.

Foram momentos auspiciosos, com pesados investimentos federais, mormente com o apogeu do projeto do Posto Agropecuário da Fazenda Grande, que reprogramou a agricultura agresteira; e especialmente da construção do Colégio Estadual Murilo Braga, e início da construção da BR-235, a traqueia da economia itabaiananense.

A eleição, a seguir, da até hoje, maior liderança política na história itabaianense, Euclides Paes Mendonça, apesar da radicalização partidária que se seguiu, trouxe relativa estabilidade de comando, que se manifestou no esplendor de uma cidade que até então só tinha colhido decepções e estagnação. Não à toa, seu nome é tão lembrado quanto os das lideranças atuais, mesmo só tendo durado treze anos no comando, e desaparecido violenta e precocemente há quase 63 anos.

Itabaiana dobrou em dez anos: 1950-1960.

A morte de Euclides Paes Mendonça, deu um tremendo baque na cidade; mas a máquina do desenvolvimentismo já andava tão azeitada, que mesmo por vinte anos só tendo praticamente o seu sucessor, inicialmente num doloroso processo de consolidação, se firmado quase dez anos depois, o município se manteve em crescimento com a troca de comando, explodindo este nos últimos vinte anos.

O Serapião II

O Residencial, que está no limite urbano oriental máximo, conta com 214 unidades de padrão decente para uma família de baixa renda, com casas mais espaçosas e bem construídas; com instrumental necessário a uma população, com ruas pavimentadas a concreto, esgoto, água, quadra de esporte, e até uma biblioteca (abaixo), montada pela Secretaria de Municipal de Cultura. Um templo do saber.

A inauguração do Residencial Prefeito Serapião Antônio de Gois II, no último dia 03, mais que a mera inauguração, é também momento de celebrar a história e suas felizes coincidências. 

Depois de 75 anos de relativa estabilidade; de atravessar os comandos de Euclides Paes Mendonça, Francisco Teles de Mendonça e Luciano Bispo de Lima, ora estamos na fase Valmir dos Santos Costa. Com o privilégio de podermos, na mesma foto, ter três prefeitos: o líder maior e seus amigos, o atual prefeito, José Paes dos Santos, e o anterior, Adailton Rezende Souza.

Não deixa de ser um momento histórico, a cena rara de três administradores juntos, comemorando um projeto que começou com Adailton Souza, continuou sob Valmir Costa, e está entregue ao povo, pelo atual, José Paes dos Santos, o Zequinha da Cenoura. Desconhecemos tal nível de compartilhamento de momentos como esses em toda a história, logo registrados, em Itabaiana. Uma demonstração de maturidade política.

A própria obra, produto da política federal de habitação do Presidente Lula, e dos esforços do deputado federal Ícaro Costa, não teria vindo não fosse o espírito de agente público do então prefeito Adailton Souza, que foi continuado pelo sucessor, Valmir Costa, e ora inaugurada pelo atual, José Paes dos Santos.

O Residencial Prefeito Serapião Antônio de Góis, homenageia esse outro agente público por excelência, o ex-prefeito em Ribeirópolis e depois de Itabaiana, depois tabelião do Registro Civil por três décadas, desde sua última experiência administrativa. Um funcionário do povo, que criou a Festa do Caminhão e renomeou o bairro onde se assentado o sobredito Residencial.

Justiça feita.

Limite urbano (por enquanto) com direito a cheirinho do interior (zona rural), mesmo se residindo na cidade. Ao fundo a ex-Fazenda Grande compõe com a Itabaiana Grande a linha do horizonte.


segunda-feira, 6 de julho de 2026

OS RIACHOS SECOS DA CIDADE DE ITABAIANA

 

O sítio urbano atual espraia-se sobre um divisor de águas, com córregos e riachos, que adiante vão alimentar as barragens, que abastecem a cidade e os perímetros irrigados. Das barragens, uma delas, o Açude da Macela (planta; e não Marcela, pessoa), já se encontra envolvida pela zona urbana. 

Foto de 1986, por Walmir Almeida, mostra a cidade menor que hoje. Assinalado em círculos amarelo e vermelho as nascentes dos dois córregos, que formam o riacho e açude da Macela. O amarelo, onde hoje se encontra o campus da UFS; e o vermelho, na mesma avenida, início da Rua Manoel Teles de Mendonça.
Quando foi fundada, através da sua matriz, Santo Antônio de Itabaiana, foi num local rodeado de nascentes, de riachos secos, da microbacia do rio “Do Esconderijo (cova), do Jaguar”. Jaguar, na língua tupi, é onça em português. Ou simplesmente rio Jacaracica.
Por 250 anos a cidade quase nada cresceu. Porém, desde 1950, se espraiou, cobrindo essas nascentes secas, mas perfeitamente identificáveis nos dias atuais.
Devido à pouquíssima importância, quase ninguém as identifica; obviamente só lembrando de algo relacionado, quando sob efeito das esporádicas enchentes.
Ei-las aqui:

Nascença do riacho do Fuzil:

Acima, foto de 1995, o Tanque das Queimadas, hoje bairro, marcava a nascença do riacho do Fuzil, hoje quase todo dentro da zona urbana. O tanque, como visto na foto inferior, desapareceu.

Nascente do riacho doce

Ainda em processo de urbanização, porém já cercada pelo bairro que lhe toma o nome emprestado.

A nascente do riacho da Macela

O outrora tanque particular, na nascente do córrego da Macela I, jaz hoje, sob uma via de intenso movimento, entre a Escola Estadual Augusto César Leite e a Universidade Federal de Sergipe, Campus Alberto Carvalho, Itabaiana.

Nascença do riacho da Macela II

A esquina em frente (carros em movimento) é onde nasce o riacho Macela II, o primeiro barrado na zona suburbana, de 1848, quando construído o primeiro Tanque do Povo; depois, em 1864, com a construção do tradicional, maior, ainda na memória dos mais idosos, onde hoje se encontra o Mercadão. Tem sido o riacho mais rebelde em cheias, contra a imprudência de lhe fecharem o leito. Ora, acha-se canalizado, e em boa parte retificado.

Nascença do riacho Canabrava

O Tanque da Santa Cruz não mais existe. Desde 1970. Hoje sobre o local, uma quadra inteira, contígua à Praça de Eventos Etelvino Mendonça; mas, originalmente é aí que nasce o riacho da Canabrava, hoje, metade em zona urbana, deste ponto até a Rua Tarcísio Meneses Santos, confins do Loteamento Oscar Niemeyer.

Nascente do riacho do Barrado

Aqui, neste ponto da passagem da BR-235 fica a origem do riacho do Barrado. Hoje, completamente em zona urbana, canalizado, e por enquanto, sem nenhum tratamento; como o Canabrava, de quem é afluente, transformado em canal de esgoto.

Onde nasce o riacho do Batula

Jaz sob o aterro, do qual faz parte a futura matriz da Imaculada Conceição e São Lucas, no Bairro Miguel Teles de Mendonça, a nascente do riacho do Batula, também quase todo em sítio urbano, e transformado em esgoto.




sexta-feira, 3 de julho de 2026

DESUMANIDADE

 

Quando comprei o meu primeiro computador pessoal, em 1996, as bancas de jornais estavam repletas de revistas de informática. Programinhas DE GRAÇA para todos os gostos. Tinha até jogos (hoje, e “on line” quase só tem jogos).

Consumi os tais programinhas, alguns de excelsa utilidade, como os de C+++ e outros, que possibilitaram ao meu filho programar o primeiro site de Itabaiana, publicado por mim, em 26 de marco de 2001.

Mas em 2008, mudei o tom.

Entrei na internet em 1999, e em 2008 a lixaria digital já se agigantava, apesar da larapiada que hoje tomou conta do meio ainda ser raríssima. É que ela veio com força depois do smartphone. E foi aí, em 2008, que desisti de “me atualizar”, com novos e mais novos programas, restringindo-me apenas aos essenciais, e já com prazo vencido. Não dá para acompanhar a loucura da "novomania", a menos que eu me torne uma mera projeção idiota dos porta-algoritmos.

Logo, me tornei um dinossauro digital. Ainda uso CDs, pendrives, HDs... e só não uso disquete (Foi da sua época, hein?) por falta de insumos: discos e leitores. A "nuvem", só em ultimíssimo caso. Quero continuar com a ilusão que tenho alguma coisa, e "nuvem" é dos detentores, dos donos de ultra data centers.

A desumanização

Há três anos que vou me valendo da minha agência bancária.

Aposentado, necessitando fazer todo o ano, a prova de vida, além de saco cheio, de ter de dialogar com máquina, ainda me oferecem a tal prova de vida, “online”. Como se fosse um bocó, em busca de preencher o espírito com essas tralhas digitais. 

Ocorre que como quase todos da minha idade, tenho deficiências visuais, carecendo do uso de óculos. Que a máquina não enxerga. Não consegue me identificar, usando óculos. E como peste eu vou ler e digitar informações sem óculos?

Trabalhei no serviço público de saúde por 36 anos. Mais precisamente num laboratório clínico. Então, eu e colegas fazíamos tudo; inclusive recepção e cadastramento de clientes-contribuintes. Fazíamos uma ficha completa do paciente em dois minutos e meio. Atualmente, quando preciso ir a um laboratório realizar algum exame, para conferir o cadastro, exímias e experientes funcionárias levam cinco, entre acessos e conferências nas fichas digitais e outros badulaques.

Para a contabilidade e as estatísticas, ótimo! As totalizações em segundos, a um simples toque de dedo. Porém, quando se trata de gente, de carne, osso e alma, só promessas e amolação de paciência. Humilhação.

Em tempo: descontar um cheque no banco demorava menos de três minutos de atendimento. Pagar uma conta, o tempo que demora pagar o talão de água no correspondente bancário.

terça-feira, 30 de junho de 2026

RODOVIA BR-349. CONHECES?

 

A segunda ponte sobre o rio São Francisco será entre Neópolis e Penedo.
Já a primeira (acima), há tempos que existe. Em Bom Jesus da Lapa-BA.

É que a BR-349 tem origem em Brasília... e termina em Marechal Deodoro. No projeto.
Com pouco mais de 500 quilômetros asfaltados em território goiano e baiano, dos cerca dos 1.300 total; e menos de duzentos em Sergipe e Alagoas, a rodovia deveria recolocar Itabaiana como entroncamento nacional, ao compor com BR-235 um eixo rodoviário, senão da importância de Feira de Santana, porém semelhante. Contudo, seu traçado em Sergipe ainda é incerto. Aventando-se a hipótese, inclusive de logo chegar ao litoral, ao partir de Riachão do Dantas. Sem obviamente passar pelo restante do traçado da SE-170, de Riachão à Moita Bonita.
A seguir a lógica, a rodovia que liga Itabaiana à Moita Bonita - a SE-170 - por ela seria sobreposta a BR-349, a encontro da SE-335, até Neópolis.

É interessante que apenas em alguns trechos, todos sob administração dos Estados, tem acostamento.
A ponte, ora em construção, entre Neópolis e Penedo tende a ser um investimento doméstico; sem aspirações maiores, como próprio de assuntos provincianos.
E Sergipe continuará agarrado às areias da praia como caranguejo, sem atentar para a importância de desenvolver seu interior. Sem a sua segunda artéria de ligação norte-sul, implementada pelos conquistadores portugueses em 1600; mas nunca levada a sério.
A menos que o governo federal assuma a rodovia que projetou.
Das duas grandes estradas no século XVII, uma delas, desde Itapicuru, na Bahia, seguia justo o curso provável da BR-349, até Alagoas, hoje Marechal Deodoro, no estado de mesmo nome.


quinta-feira, 18 de junho de 2026

AZAR HISTÓRICO E ARTÍSTICO.

 

No desenho, acima, representando a fuga de Bagnoulo e sua pequena tropa, em 17 de julho de 1637, a matéria prima que Frans Post depois usou para compor a lindíssima tela abaixo.

Em 1637, Maurício de Nassau assumiu o governo holandês em Pernambuco, pondo ordem na casa, referente as querelas entre autoridade menores, e combatendo efetivamente Matias de Albuquerque, que antes de sair de cena matou Domingos Fernandes Calabar, em Porto Calvo-AL, peça-chave na política holandesa de dominação.

Exímio conhecedor da parte do Brasil, hoje chamado Nordeste, Calabar havia estado em Itabaiana, guiando a expedição de Francisco Barbosa Leal, em busca de prata, de 1628. E, quando Nassau chegou, farejou nele o grande governante, lhe repassando todas as informações que o levou a já invadir Sergipe, até Itabaiana, em 17 de julho de 1637.

Mas Nassau nunca esteve em Itabaiana. Voltou de Penedo, hoje Alagoas. Uma dor de barriga acompanhada de diarreia levou o grande governante a desistir de cruzar o rio e ver com seus próprios os campos de “infinitos gados”, como dito pelo Sargento Moreno, 25 anos antes.

Azar de Itabaiana!

Junto com Nassau tinham vindo seus técnicos, cientistas e artistas, como Frans Post, que rascunhou em desenho, a fuga do general Bagnuolo, e que depois faria a excelente pintura nele baseado, onde, de Sergipe, apenas grafou a pequenina parte da margem sergipano do São Francisco. Tivesse ele vindo até Itabaiana, certamente teríamos a serra, talvez seus campos de gado, algo que nos lembrasse nas suas maravilhosas pinturas.

Uma fazenda comum, de Pernambuco. Certamente, se tivesse posto os pés em Itabaiana, alguma coisa assim o grande artista teria feito; mas com a nossa serrania servindo de horizonte. Maldita dor de barriga, aquela de Nassau!


quinta-feira, 11 de junho de 2026

A MULTIPLICAÇÃO DA FESTA NO SÍTIO SANTA CRUZ.

 

Talvez em meados dos anos 1930, alguém tirou a foto da sede do Sítio Santa Cruz. Provavelmente, no dia 24 de junho de 1936, último aniversário do patriarca João Teixeira, ainda vivo onde se vê claramente um ramo de taquara servindo de mastro junino.

Noventa anos depois, hoje, 11 de junho, a cidade em festa de Santo Antônio, e véspera do grande dia da Festa do Caminhoneiro (no dia 12, noite de reza patrocinada pelos guerreiros da estrada), o Sítio Santa Cruz está tomado, quase em todo ele, com exceção do espaço ocupado pelo Estádio Etelvino Mendonça e Terminal Intermunicipal, por quiosques e festeiros.

A modista D. Caçula, o que diria vendo tal evolução?

E o jornalista Silvio Teixeira, provavelmente já prefeito de Itabaiana, à época da foto histórica, escreveria algo para publicar no diário carioca A Noite?


Mais sobre a Praça de Evento Etelvino Mendonça:

Aqui;

E aqui.

terça-feira, 9 de junho de 2026

CAPITAL DO CAMINHÃO EM FESTA

 

Montagem sobre mapa (extrato) do jesuíta Jacques Cocleo, de 1700. Nele, a presença de "Feira", ao norte da aldeia do Geru (hoje Tomar do Geru). Provavelmente, a "Feira" é a atual Itabaianinha.

De meados de 1600, até 1928, foi em lombo de burro e até a pés; de 22 de abril de 1928 pra cá, cada vez mais se aposentou o lombo do burro e o carro de boi. E cada vez mais foi sobre quatro pneus, depois seis, dez, até os dias de hoje e seus tri trens, com dezenas de pneus.

Itabaiana é uma cidade que já nasceu com o pé na estrada.

A economia de Itabaiana atual é muito diversificada; mas o caminhão ainda é o maior aporte de capital por aqui. Por isso a cidade ganhou o título de Capital Nacional do Caminhão, um projeto do então senador da República, e filho da terra, Eduardo Amorim.

A Festa do Caminhão, de fato, começou com uma sucessão de shows, no sábado, (e a Carreata-mirim no domingo); mas a Feira do Caminhão, parte daquela, teve início na noite de hoje.

É mais que comemoração. É agradecimento, a aqueles que, desde meados da década de 1950 só têm feito crescer a cidade. Sua pujança.

Sob as bênçãos de Santo Antônio, cuja noite máxima do seu Trezenário será justo na sexta-feira, 12, patrocinada pelos caminhoneiros, o ápice.

Todavia, a agitação na cidade, somente cessará, voltando ao normal, no domingo, depois do feriado municipal e encerramento da festa, com procissão ao santo, patrono (já foi padroeiro único) da cidade, no dia 13.

E até lá, sejam todos bem-vindo!

Há 70 anos, o brinquedo, especialmente para a garotada masculina, é o caminhão de brinquedo.