“Só depois do carnaval!” Quem já não ouviu isso?
Nesse ano de 2026, ao menos do ponto de vista cultural, em que pese já ter havido um “esquenta” no último 18 de janeiro, mas, culturalmente, e ao nível de Itabaiana, a Secretaria Municipal de Cultura promove a 2ª Feirinha Cultural de Itabaiana, domingo, nesse 22 de fevereiro - fim da ressaca carnavalesca - uma espécie de abertura oficial para o ano socioeconômico de 2026. Ao menos no campo cultural.
Mais uma vez teremos milhares de livros usados; discos, em CD e vinil; revistas, gibis, cartazes, panfletos, enfim, todo o tipo de material grafado, do mais elementar ao de processos digitais, apesar de ainda em mídia física.
E aí, palhinhas da música, folclore, artesanato, e gravuras em geral, desde o grafite à pintura a óleo ou aquarela, enfim: cultura. Cabe tudo da cultura.
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| No 18 de janeiro último, a turma só foi embora "no lixo". Às doze horas. Movimento surpreendente. |
Nem que vaca tussa, não adianta; em geral, o brasileiro, no seu íntimo, tem isso como um axioma: o Brasil só passa a funcionar normalmente no novo ano, depois das miniférias coletivas, que começam na sexta, à noite, emendando ao sábado, domingo, segunda e terça-feira à noite. São 96 horas, ou quatro dias.
O carnaval. Para os cinco por cento de brincantes, ou os meros noventa e cinco por cento ou mais de feriantes.
Cidades ficam vazias; praias e chácaras, cheias. E onde tem a muvuca, claro. Cidades que ganham até 20% a mais de população transitória.
Sem patrão reclamando de empregado preguiçoso, que “não quer trabalhar”; empregado empoderado por estar, muitas vezes, no espaço “de igual para o igual”, com o patrão; autoridades relaxando rígidas regras... é carnaval.
Mas o rescaldo, de fato, vai até o domingo seguinte. Na primeira segunda-feira, pós-carnaval, tudo volta ao seu normal.
A Feirinha Cultural, mais uma vez será na Praça João Pessoa, em torno do monumento à Apolo 11 (em frente ao Supermercado Nunes Peixoto) dia 22 de fevereiro, das 8 às 12 horas.





















