Hoje pela tarde recebi um convite, para mim, inusitado: participar de uma roda de conversa sobre literatura, máxime, feminina e itabaianense.
E lá me fui atendendo à provocação do amigo e ativista cultural Adelmo Torres.
Curiosamente – não sei se por intenção premeditada – no canto noroeste da Praça Fausto Cardoso, em frente à futura sede da Academia Itabaianense de Letras, que já foi sede da Filarmônica Nossa Senhora da Conceição; e ao lado do monumento mais importante do município, e que, verdade seja dita, ninguém dá a mínima por ele e o seu significado: a Emancipação de Itabaiana. comemorada em data errada, 191 anos mais recente.
Mas deixa os vícios históricos pra lá.
Senti-me aquele adolescente de 1976 ou 1980. Sem obviamente aquelas voltinhas que dava na mesma velha praça.
O papo aqui foi de gente séria. Focada. E com os adolescentes de todas as idades presentes, com espírito adolescente, obviamente, rolou história de Itabaiana; trechos literários e a crítica de gente que entende, hoje, somente sobre a despretensiosa grande obra da minha amiga Maria do Carmo Xavier Costa, que arrancou elogios da assembleia presente, pela leveza, objetividade, e ao mesmo tempo sensibilidade, deitadas no seu trabalho.
O grupo
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| Enquanto a Júlia Ferreira lê o expediente, "Caramelo", sorridente e completamente à vontade, no meio da reunião, espera, de um carinho a mais, a, quem sabe, algo para o paladar. |

