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Ontem fui à terra do último bravo a cair, à meia noite de 31 de dezembro de 1589, na dura Conquista de Sergipe: o cacique Baepeba.
Nunca lembrado pelos historiadores sergipanos, mas as cartas dos jesuítas, sobre o desfecho da malfadada missão de São Tomé, teve o mesmo como protagonista, em 1575. E todos mathiapoones pagaram o preço de serem tecnologicamente tão atrasados: comprova a carta de sesmaria de Brás de Abreu, de 15 de maio de 1623, 33 anos depois.
Mas o sangue deles, dos poucos que ficaram, ainda corre em muitas veias itabaianenses. Através das indiazinhas criadas por brancos.
Um capítulo de história de Sergipe, e em particular, de Itabaiana, ao chegar na Matapoan.
Mais recentemente, em 1932, à frente dessa pequena e aconchegante capela passou a primeira rodovia com destino ao sertão, em substituição a velha Estrada das Entradas aos Sertões de Jeremoabo, hoje localmente conhecida como Estrada das Flechas ou Caraíbas. Foi por vinte anos - até 1952 e a BR-235 - a grande via, especialmente a Frei Paulo e Carira, também servindo a Ribeirópolis.
À frente da capela está sendo construída pelo Município uma praça condizente com a história do lugar e sua capela.
E, ao menos num trecho de 450 metros pelo velho leito da rodovia, com óbvia ligação com BR-235, também a Prefeitura já preparou o leito para receber asfalto.
Baepeba aprovaria.


