Às sete da noite, será exibido na Praça Chiara Lubich, documentário histórico em vídeo, VOU ME EMBORA, sobre o drama vivido por muitos itabaianenses, na perene e forte diáspora, que começou com Simão Dias, o mameluco ou francês, na década de 1640, até hoje.
No caso em particular, e com uma particularidade comum á República Velha e seus rescaldos, antes de 1964, trata-se da história da migração forçada, do comerciante e ex-vereador, oriundo do povoado Sobrado, limites oeste do município, Vital José da Lapa, edil na segunda legislatura pós-Estado Novo, de 1951 a 1954.
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Ecos de glórias serranas
Claudionor está intrinsecamente associado aos sucessos do município no último século. É dele a voz a voz oficial, a entoar o hino, mantra sagrado Tricolor.
O hino é uma composição do ceboleiro, poeta e professor Alberto Carvalho; musicada pelo maestro Nelson Ferreira; e interpretada pela potente voz dos carnavais de Recife e Olinda, de meados do século XX: Claudionor Germano da Hora.
Receberá em seu nome - e do seu curador e filho, Nonô Germano - o advogado e ativista cultural, Adelmo Torres pernambucano-itabaianense, radicado há quase 40 anos em terras serranas.
O nonagenário grande ídolo, envergando o manto sagrado do Tricolor Serrano, junto ao seu filho e curador, Nonô Germano, em pose para a solenidade que ocorrerá nesta noite, na 47ª mais antiga Câmara Municipal do Brasil: a de Itabaiana.O referido Título foi uma iniciativa do vereador e ex-diretor da Associação Olímpica de Itabaiana, Roosevelt Alves de Santana, em 2013.



