 |
| O sítio urbano atual espraia-se sobre um divisor de águas, com córregos e riachos, que adiante vão alimentar as barragens, que abastecem a cidade e os perímetros irrigados. Das barragens, uma delas, o Açude da Macela (planta; e não Marcela, pessoa), já se encontra envolvida pela zona urbana. |
,%2006.jpg) |
| Foto de 1986, por Walmir Almeida, mostra a cidade menor que hoje. Assinalado em círculos amarelo e vermelho as nascentes dos dois córregos, que formam o riacho e açude da Macela. O amarelo, onde hoje se encontra o campus da UFS; e o vermelho, na mesma avenida, início da Rua Manoel Teles de Mendonça. |
Quando foi fundada, através da sua matriz, Santo Antônio de Itabaiana, foi num local rodeado de nascentes, de riachos secos, da microbacia do rio “Do Esconderijo (cova), do Jaguar”. Jaguar, na língua tupi, é onça em português. Ou simplesmente rio Jacaracica.
Por 250 anos a cidade quase nada cresceu. Porém, desde 1950, se espraiou, cobrindo essas nascentes secas, mas perfeitamente identificáveis nos dias atuais.
Devido à pouquíssima importância, quase ninguém as identifica; obviamente só lembrando de algo relacionado, quando sob efeito das esporádicas enchentes.
Ei-las aqui:
Nascença do riacho do Fuzil:
 |
Acima, foto de 1995, o Tanque das Queimadas, hoje bairro, marcava a nascença do riacho do Fuzil, hoje quase todo dentro da zona urbana. O tanque, como visto na foto inferior, desapareceu.
|
Nascente do riacho doce
 |
| Ainda em processo de urbanização, porém já cercada pelo bairro que lhe toma o nome emprestado. |
A nascente do riacho da Macela
 |
| O outrora tanque particular, na nascente do córrego da Macela I, jaz hoje, sob uma via de intenso movimento, entre a Escola Estadual Augusto César Leite e a Universidade Federal de Sergipe, Campus Alberto Carvalho, Itabaiana. |
Nascença do riacho da Macela II
 |
| A esquina em frente (carros em movimento) é onde nasce o riacho Macela II, o primeiro barrado na zona suburbana, de 1848, quando construído o primeiro Tanque do Povo; depois, em 1864, com a construção do tradicional, maior, ainda na memória dos mais idosos, onde hoje se encontra o Mercadão. Tem sido o riacho mais rebelde em cheias, contra a imprudência de lhe fecharem o leito. Ora, acha-se canalizado, e em boa parte retificado. |
Nascença do riacho Canabrava
 |
| O Tanque da Santa Cruz não mais existe. Desde 1970. Hoje sobre o local, uma quadra inteira, contígua à Praça de Eventos Etelvino Mendonça; mas, originalmente é aí que nasce o riacho da Canabrava, hoje, metade em zona urbana, deste ponto até a Rua Tarcísio Meneses Santos, confins do Loteamento Oscar Niemeyer. |
Nascente do riacho do Barrado
 |
| Aqui, neste ponto da passagem da BR-235 fica a origem do riacho do Barrado. Hoje, completamente em zona urbana, canalizado, e por enquanto, sem nenhum tratamento; como o Canabrava, de quem é afluente, transformado em canal de esgoto. |
Onde nasce o riacho do Batula
 |
| Jaz sob o aterro, do qual faz parte a futura matriz da Imaculada Conceição e São Lucas, no Bairro Miguel Teles de Mendonça, a nascente do riacho do Batula, também quase todo em sítio urbano, e transformado em esgoto. |