terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Meninos birrentos.

Bem apropriada a matéria grafada por Jamysson Machado em seu portal. Não sei quem diabos está a assessorar o prefeito e a ex-prefeita, nesse bate-boca interminável nas ondas do rádio, mas que está parecendo coisa de menino encrenqueiro, isso tá. Coisa de interiorzinho. Daqui a pouco começa a ficar ridículo.

"Billy, the king".

Trabalhar em casa sempre foi o sonho de muita gente ao longo dos tempos, geração após geração. Eis que a informática ampliou consideravelmente essa possibilidade. Nas comunicações... nessas nem se fala. Basta um laptop com conexão 3G e se produz que é uma beleza. Pois bem; mas isso tem seus inconvenientes. Hoje ao meio dia, na sua participação no Programa Realidade da Itabaiana FM, comandado por Francis de Andrade, o repórter Jota Junior se viu acuado por seu próprio cão, o Billy, que resolveu fazer-lhe contra-regra com insistentes latidos enquanto o sempre paciente Junior tentava terminar o assunto em particular, ao vivo. O curioso é que Júnior iniciou no rádio exatamente fazendo sonoplastia, logo, também contra-regra.
Palmas pro Billy, o rei. Quem de fato manda.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Apequenamento

“Não se apequene, Fernando! Não se apequene.” Essa teria sido a mais marcante das últimas frases do ex-ministro Sérgio Mota, o Serjão, em seu leito de morte, ao seu presidente, Fernando Henrique Cardoso. Serjão foi o mentor intelectual e operador do político FHC. Foi quem o lapidou para exercer o poder a qualquer custo, pondo-o no caminho do conservadorismo neocon que o levou à vitória e glória efêmera. Era bom de briga. Muito bom. Quase tudo das maluquices praticadas pelo governo FHC e que deu na quebradeira de 98 teve o dedo de Serjão. Até o meu telefone eu pago mais caro por que foi uma das moedas usadas por Serjão pra conseguir apoio a FHC.
Mas aterissando na terrinha, por que cargas d’água a Prefeitura Municipal de Itabaiana, cidade oficialmente com mais de 85 mil habitantes, com curso público de 2º grau que está completando 40 anos (Murilo Braga), uma das maiores redes de ensino do interior, milhares de estudantes de terceiro grau... por que num lugar desses ainda se convoca um concurso sem amarras legais de privilégios para seus cidadãos? Para os que são aqui domiciliados?
No meu modo de entender, fui educado por meu pai que “o galo onde canta, aí janta”. Tudo bem que em algumas cidades menores haja a necessidade de profissionais de fora em número razoavelmente grande. Mas, em Itabaiana? Não estaria havendo aqui um apequenamento? Fuga de renda, no mínimo?

Neo-neocon

A era neocon se notabilizou por privatizações (no mundo inteiro) pra lá de suspeitas; pirâmides financeiras que quebraram empresas centenárias, acabaram com marcas seculares, puseram milhões de pais de família na rua (fora do emprego)... enfim, foi a era do tudo e agora e vá pro inferno quem achar ruim. Também se notabilizou pelas guerras cínicas, aquelas em que o agressor não precisa de álibi; sequer bem cria-lo, como a do Iraque. Mas a era neocon também veio acompanhada do fortalecimento enorme de uma praga que existe desde que o primeiro humanóide soltou o primeiro grunhido: a mania de difamar, caluniar, injuriar. O pior é que há sempre os apressadinhos que acreditam que “é por aqui”. E aí vem a pressão pela baixaria.
Eu não ouvi o meu amigo Edivanildo Santana na sua reestréia na Rádio Capital do Agreste, hoje pela manhã. Me preocupa, contudo, a observação – na verdade preocupação - da também colega blogueira e radialista Aninha Mendonça na parte do seu comentário que diz que “os patrocinadores gostaram”. Se o linguajar for esse, daqui pra frente, preparemo-nos pr’um festival de parte a parte da mais genuína m. E olha que estamos a ainda dezoito meses do próxima campanha política.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Isso é que é tiro no pé!

Eis ao que leva a cegueira movida pelo lado fácil das coisas; o de dizer ou escrever obviedades. De viver apenas a praticar efeito manada. Enfim, ser arrogante do tipo "se quero, então posso; se posso, então faço". Mais aqui. Parece certas idéias "espertas" que pululam por aqui.

Ansiedade.

Em que pese o tempo inteiro o prefeito Luciano Bispo repetir que não que governar olhando pra trás, todavia é visível o clima de revanche, de ansiedade de parte de seus auxiliares e até pessoas sérias e partidárias suas, no sentido de comparação. Mostrar que faz mais e melhor que Maria Mendonça. Cá pra nós, esse foi o primeiro e mais letal erro da equipe da ex-prefeita. É impossível não haver comparativos. Isso, contudo, quem deve fazer é o povo. Quanto mais espontaneamente, melhor.

Visão curta; olho grandão.

De vez em quando se vê “amigos” de Luciano Bispo vomitando fogo por conta dos “inimigos” que Luciano “não botou pra fora”. È impressionante esses “amigos”. Em primeiro lugar faltam com o respeito ao chefe maior colocando-o como um incompetente. Um incapaz que não sabe distinguir quem é amigo ou quem é inimigo. Em segundo, esquecem - ou não ligam para o fato - de que um líder que quer ser uma liderança estadual, passar além dos muros do quintal, não pode perder tempo administrando sentimentos de bando; de quem vê o poder apenas com o um pote de ouro a ser garfado a cada administração. Deixa o cara trabalhar, oh!