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Zona urbana de Itabaiana. E área mais sensível à barulheira.
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Terminou há pouco, hoje, 27 de janeiro do ano de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2022, feriado municipal, às oito da
manhã... dez horas ININTERRUPTAS de alta pressão nos tímpanos, provocada por
uma festa popular e, como sempre, sua ensurdecedora música.
Começou ontem, antes das dez da
noite e não parou um segundo. No centro da cidade em que a densidade
populacional praticamente não sofreu modificações.
A Área de Lazer, que se confunde
com a Praça Etelvino Mendonça foi concebida para eventos culturais, inclusive
musicais, sim... porém módicos e PÚBLICOS, de pequena monta, pois. Mas há 20
anos se converteu em área "empresarial", com shows de megas
estruturas, quiçá sequer recolhendo tributos ao Município.
O barulho nela atinge metade dos
12 mil moradores do Centro e todo o adjacente Bairro Rotary Club, com cerca de
15 mil residentes, ainda sobrando para os além, a depender da empolgação do
operador da mesa de áudio e da direção do vento, geralmente soprando no sentido
leste-oeste ou sudeste-noroeste.
Nós já tivemos micaretas de oito
dias, com procissões de trios elétricos ensurdecedores ao longo da avenida
principal, onde ficam as duas principais casas de saúde da região com 15 municípios,
quais sejam o Hospital Regional Dr. Pedro Garcia Moreno Filho e a Maternidade
São José, local do primeiro milagre de Santa Dulce. A quebradeira das
prefeituras, suspeitas e vigilância sobre supostas traquinanças sobre as finanças
municipais pelo MP e outros, acabaram com tudo, já que tudo se tornou excessos.
A pandemia desacelerou tudo que agora reaparece
Portanto, só o MINISTÉRIO PÚBLICO
poderá fazer alguma coisa; já que há seis administrações municipais que o
problema, também na Área de Lazer mais se acentua, à medida que sobe a
sofisticação e potência dos equipamentos. Hoje, todos os políticos da cidade moram
fora da área crítica; parte deles até dentro dos novíssimos condomínios com
tudo a que se dçao ao direito, inclusive ronda ostensiva e intensivo do
policiamento; ou até mesmo na capital. E, cheios de compromissos com a galera
da "bufunfa" que promovem esses atos que se convertem em selvagerias,
jamais irão sequer falar no assunto.
Leis, nas três esferas da
administração – União, Estado e Município – existem; mas...