Como disse o poeta (Vinicius de Morais):
“Que maravilha seria,
se um dia eu pudesse dizer,
se todas fosse iguais a você”.
O porquê da lufada aqui:
sábado, 13 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Radio Jornal garantida até a Copa 2014.
A concessão de prefixo de rádio é prerrogativa do Congresso Nacional, fixcando ao Poder Executivo apenas o ato protocolar do "cumpra-se". Na renovação, a ANATEL é soberana para refazer a concessão ou devolve-la ao Congresso a suspensão definitiva ou não.
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Almeida
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15:22
Sangangu
Bem, é o que diriam as pessoas que as pronunciavam ao saberem que o radialista que não faz um mês defendia aqui em Itabaiana ao prefeito, agora vai acusar-lhe; e, há a suspeita de que o outro radialista que até a semana passada o acusava, passe a defendê-lo. Quanto a este caso, há ainda uma incógnita. E pode haver uma terceira via, acho. No outro, está consolidado (aqui).
Como canta o Evandro Mesquita (o dono de oficina de "A Grande Família", na Rede Globo) e seu grupo “Blitz”
“Então, de repente a gente enloqueceu,aí eu dizia que era ela e ela dizia que era eu.Você não soube me amar;você não soube me amar.Oh, baby, não!”(Blitz, Você não soube me amar)
...
Sangangu é possivelmente um termo de origem nagô, e significa confusão.
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Almeida
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15:07
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Introspecções II.
Delírios da cabeça de um maluco varrido: e se saísse um novo “acordo administrativo?”
Já pensou no tamanho da confusão?
Hehehehehehe!
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Almeida
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21:39
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Introspecções.
Faz força Zé, para melhorar, o homem só vai, se trabalhar.Luiz Gonzaga in Faz força Zé
Em artigo curto, porém direto, Jamysson Machado (aqui) vai ao ponto: “o tempo passou na janela, e só Carolina não viu”, como disse o Chico Buarque. Nossos políticos ainda estão antes de 1950 quando sequer emissora de rádio havia por aqui. O Orçamento da União bem como as contas de cada Município (com um ano de atraso) e os repasses feitos pelos governos federal e estadual podem ser acompanhados quase em tempo real, no caso dos recursos federais, e com um pequeno atraso, no caso do governo estadual. Mas tem executivo municipal que ainda acha que é possível engabelar eleitor com cantilenas de politiquismo baixo; de perseguições partidárias inexistente ou intencionalmente potencializadas, para justificar sua adinamia ou comodismo. Tem gente que espera que governador ou presidente o eleja deputado, prefeito, vereador; só porque “é amigo”. E aí, a culpa é sempre do vizinho.
O cara que está ao microfone está botando o dele na reta, mais do que o político que o financia. Só um profissional louco, irresponsável ou idiota pra mentir “em nome da causa”, enquanto o f.d.e., faz uma cagada atrás da outra achando que pode enganar como faziam os antigos politiqueiros; sem sequer se dar ao trabalho de trabalhar a mentira de forma mais engenhosa. Tudo na base do “se quero, posso; se posso, faço”, comum aos mais aloprados.
Fernando Collor de Mello foi nosso primeiro grande político eleito por esquema midiático quase à prova de erros. Foram dois anos de coberturas vantajosas nos principais órgãos de comunicação, especialmente na Rede Globo e na revista Veja. A Globo chegou a fazer duas novelas – das sete e das oito – notadamente com vistas a preparar o subconsciente coletivo para o embate Collor versus Lula (alguém aí lembra do corruptíssimo Reino de Avilan? E do bestão Sassá Mutema). Além das inúmeras reportagens e programas inteiros do Globo Repórter. Mesmo assim, num tempo em que não havia internet pra desmentir a grande imprensa viciada, quase dá com os burros n’água.
Aí, tem gente que aluga ou possui uma emissora de rádio, chama um bom profissional – mas sequer lhe dá uma equipe pra trabalhar – muito menos fatos, assuntos, coisas concretas que dê pra fazer brilhar os olhos de tanta gente torcedora e esperançosa... não faz a sua parte em bem servir ao povo e ainda quer milagres... Péra lá! A propaganda é a alma do negócio. Mas antes tem que haver o negócio.
Como diria o saudoso Nego Mala: Oh, meu chegado! Tá me estranhando?
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Almeida
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20:37
Êta mangue!
A Praça João Pereira foi doada ao Estado para construções diversas. Caducou a doação, porém não foi feita a reversão. Do mesmo modo, o terreno invadido pelo Município onde hoje se assenta o Fórum Maurício Graccho Cardoso. Quando este prédio ali foi construído, sua construção já foi irregular porque o terreno, fora doado para um módulo esportivo (Leis nº 468, de 12 de Janeiro de 1976, e 469 de 31 do mesmo mês e ano) – que foi construído no antigo campo de futebol do Itabaiana. Sua doação já havia caducado, porém não revertida. Sua doação foi pela Lei nº 600, de 03 de Junho de 1988. Porém, como dito, sem reversão da doação anterior
O Secretário de Comunicação do Município Marcos Aurélio, em seu blog (aqui) dá uma pista de um dos gargalos que poderiam estar atravancando o término e funcionamento da Clínica do Sítio Porto: faltou a doação do terreno. As clínicas, à primeira vista são do Estado que as entrega ao Município para geri-las. Aí vem a pergunta? E o SESP, que é um prédio federal, como fica nesta história? Veja só o angu de caroço: um prédio federal administrado pelo Município e entregue ao Estado para reforma completa e adaptação para que seja um prédio do Estado doado pelo Município que não é o dono, já que o mesmo é da União. E agora?
...
Pra variar:
O terreno da Clínica da Família do Sitio Porto pertenceu ao matadouro antigo, ali construído em 1949;- O terreno do SESP foi doado pela Lei nº 537, de 31 de Maio de 1983, só que o prédio havia sido começado a construir em 1977 e terminou em maio de 1982, um ano antes da doação legal;
- A doação do terreno do Hospital Dr Pedro Garcia Moreno Filho pela Lei nº 410, de 06 de junho de 1972 está cheia de problemas: o prédio só começou a ser construído em 1975 e terminou (mal terminado) em 1978, contudo, alguém conseguiu que o mesmo não fosse arrolado como patrimônio da Associação de Caridade Dr. Rodrigues Dória, antiga denominação, cuja instituição faleceu devendo mundos e fundos aos funcionários e à Previdência. E ninguém tomou o terreno e o prédio em pagamento dessas dívidas.
- O Rotary Club de Itabaiana recebeu em doação pela Lei nº 391, de 28 de Dezembro de 1970, o terreno em que por muitos anos funcionou a Coopegreste, que faliu sem deixar vestígios, apesar de alguém ter conseguido vender o terreno a particular. Não há Lei revertendo a doação e doando novamente à cooperativa. O terreno onde hoje está o prédio do Rotary Club, na Rua Coronel Sebrão pertenceu antes a particulares.
- A Lei 0249-63 doou ao API, uma das antigas denominações do INSS, um terreno na Rua professor Lima Junior. Nunca foi revertido e desconhece-se o espertalhão que o herdou.
- Um exemplo raro de organização ocorre com a doação do Campo do Cantagalo Futebol Club. Foi doado pela Lei Nº 220, de 31 de outubro de 1961, e recentemente, outra Lei autorizou a sua compra para instalação ali de uma Praça temática dedicada aos esportes. Fora esse exemplo, vê-se que a coisa pública é tratada por aqui como coisa da casa de mãe Joana, doa-se de boca, reverte-se de boca. E o mais lamentável é que os poderes superiores, especialmente do Estado, sequer exige um mínimo de organização quando se trata de contratos com este.
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Almeida
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00:22
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A caçada.
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Almeida
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20:21