De fato, as velhas estradas: a primeira, a do vaqueiro Simão Dias Francês; e a segunda, para a cidade de Simão Dias.
Quando o primeiro sergipano e itabaianense, Simão Dias, o mameluco ou francês, chispou da Cova da Onça, levando seu gado para as Matas do Caiçá, provavelmente o fez pelos povoados Brito Velho e a Gameleira, saindo da grande estrada real para Salvador, depois deste último, quebrando à esquerda, pelo que viria a ser séculos mais tarde, a cidade de São Domingos, e daí atravessando o rio Vaza-Barris, rumando para seu destino.
Essa ligação se manteve até pelo menos 1825, conforme assinalado em mapa daquele ano. Porém, a criação da Comarca de Itabaiana, em 9 de julho de 1859, reatou pra valer, ao menos por breves tempos, a velha ligação ancestral da vila de Itabaiana com a novíssima vila de Simão Dias (foi emancipada em 15/03/1850)que dela, inicialmente fez parte, até 1890, quando então foi criada a comarca própria. Não mais pelo Campo do Brito e a Gameleira, e o que viria depois a ser São Domingos; mas pela Tapera do Sobrado, hoje a sudeste da cidade de Macambira, e Cruz das Almas. E, no atual município de Itabaiana, pelo Bairro Riacho Doce e povoado de Roncador e Taperinha.
Mas, a criação da comarca de Simão Dias; bem como as mudanças no trânsito postal dos Correios, desativaram por completo a ligação, e na atualidade, somente o trajeto entre Itabaiana e o rio Jacoca é identificável.
Recentemente seu início na cidade serrana ganhou bela, porém curta avenida, somente até a zona urbanizada do Bairro Riacho Doce.
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| Em 1995: ainda traços visíveis da estrada, já sofrendo urbanização, e hoje transformada em bonita avenida, no agora Bairro Riacho Doce. |



