terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Bateu saudades!
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15:20
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Bons ventos sobre a Igreja Velha.
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23:33
sábado, 12 de outubro de 2013
Lembranças infantis
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10:48
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Em nome da Eunomia
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22:01
sábado, 24 de agosto de 2013
Dedé de Pepeu.
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19:21
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Por pessoa de satisfação na companhia da Itabaiana.
“Peço que tanto que Vossa Mercê receber esta me proponha na dita Companhia de Itabanhana pessoas que nella morem e dignas de se lhes mandar passar Patente, porque sou informado haver naquelle districto algumas de satisfação e desde logo hei por reformado o dito Luiz Pereira. Guarde Deus a Vossa Mercê. Bahia e julho, 22 de 1673. Afonso Furtado de Castro do Rio de Mendonça.”ff 67. Carta que se escreveo ao Capitão mor de Sergipe del Rei, João Munhos para por pessoa de satisfação na Companhia da Itabanhana. De 22 de julho [1673]
Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, volume 05, p.17. Rio de Janeiro, 1878-1879.
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11:56
quarta-feira, 31 de julho de 2013
A luta entre o velho e novo.
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16:44
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Simplicidade dos pequenos gestos.
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10:39
terça-feira, 16 de julho de 2013
Hoje: 394 anos da lenda da prata de Itabaiana.
Melchior pediu pelas mercês a que vinha pedindo desde a primeira carta para entregar a dita mina de prata. O Governador vinha em nome próprio, apenas pensando em si próprio, e nada tinha pra Melchior. Ao contrário, uma das mercês reclamada por Melchior, a de Marquês das Minas, a Espanha que então dominava o império português havia dado a um tio de D. Luiz, D. Francisco de Souza, Governador do Sul, no São Sebastião do Rio de Janeiro, quase vinte anos antes, onde conseguiu de seus moradores o jocoso título de “Marquês das Manhas”. O Governador nada tinha pra dar a Melchior; exceto punição pela ousadia em peitar a autoridade máxima da colônia. Melchior, então, não revelou a tal mina e por isso ficou preso em Salvador por três anos, além de sua família ter despendido de pesadíssima soma, segundo o governador-geral D. Luiz de Sousa, a título de indenização por prejuízos causado à Coroa espanhola.
D. Luiz de Souza esteve no Governo-Geral até 1622 quando retornou a Portugal e veio a ser tempos depois o Conde do Prado. Melchior faleceu em sua fazenda no hoje povoado do Jabiberi, atual município de Tobias Barreto, no mesmo 1622. Logo ao sair da prisão. E sua mina de prata virou uma lenda, com localização dentro da Itabaiana, ou seja, o círculo de serras da qual faz parte a maior, a hoje Serra de Itabaiana.
- ABREU, João Capistrano de. Capítulos de História Colonial.
- Carta de S. A. sobre D. Rodrigo ir ao entabolamento das minas de prata da Itabaiana. Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, volume 04, p. 424.
- Sobre o engenheiro do Estado vir para esta praça. de 2 de janeiro de 1674. Com.= Com a aviriguação das amostras (de prata) que leuarão a S. A. das minas da Itabayana, se seruio mandar em hum dos nauios q' agora chegaram de Lisboa por administrador dellas hum D. Rodrigo de Castello Branco, pessoa inteligente naquela profição; =. Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, volume 05, p.121
- Regimento que trouxe Dom Rodrigo de Castelbranco a que Sua alteza envia p'a administrador e Provedor geral das Minas de Prata da Itabaiana neste Estado do Brazil. Lisboa 4 de setembro de 1673. Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, volume 09, p.513.
- 1603 - Agosto, 15-Valhadolid. Regimento de El-Rei D. Filipe II sobre a descoberta das minas de ouro e prata no Brasil, resolvendo que os descobridores as explorem livremente, (...). Original. A fl. 1 a 13. (F.G. 6.908). Inventario dos documentos relativos ao Brasil, existentes na Biblioteca Nacional de Lisboa - IV Grupo (1534/1805*). Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Volume 97, p.09. Rio de Janeiro, 1977.
- SETÚBAL, Paulo. O Romance da Prata. Saraiva livreiros. São Paulo. 1956.
- De las minas de plataesnotorio que há algunos anos, que vinounhombre a Hespañaoffrecerse a descubrirenla parte que cayeenelgoviemo de lacíudaddel Salvador minas de muchaplata(...). Advertência que de necessidad (...) y desinfestacion de nuestros mares Hechas por Luys Álvares Barriga CavalleroPortoguez. Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Volume 69, p.238. Rio de Janeiro, 1977.
- 1618 - Agosto, 8 - Lisboa. Registro do regimento que S. M. D. Filipe II mandou passar sobre as minas do Brasil. Original. A fI. 15 a 18 v. (F. G. 6.908). Inventario dos documentos relativos ao Brasil, existentes na Biblioteca Nacional de Lisboa - IV Grupo (1534/1805*). Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Volume 97, p.09. Rio de Janeiro, 1977.
- 5764. - Decreto del Duque de Lermaembiado al Cons° de Portugal en 23 de Deziembre de 1606 sobre las minas del Brasil q' se entregaron a D. Fran.co de Sosa, e outros papeis relativos ao mesmo objecto. 1606-1630. (B. N.) Cópia. contemporânea. In-fol. 12 ff. Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Volume 9, T-I, p.490. Rio de Janeiro, 1881-1882.
- CAPÍTULO de carta de Sua Majestade sobre as minas de ouro do Brasil e as que Belchior Dias Moréa pretende descobrir. (28 de fevereiro de 1618). Indice de documentos relativos ao Brasil pertencentes ao Arquivo Histórico Colonial de Lisboa. Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Volume 61, p.198. Rio de Janeiro, 1939.
- Carta do Governador do Brasil D. Luiz de Souza, ao Rei relatando a viagem que fez juntamente com Melchior Dias Moréia à Serra de Itabaiana, para comprovar a existência de minas de prata que o referido afirmava ter descoberto. Data 15 de setembro de 1619. Arquivo do Conselho Ultramarino. Inventário CTAN: Cx 01; Doc. 01.
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08:53
sábado, 13 de julho de 2013
Fim da Praça João Pessoa: temores cada vez mais reais.
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09:07
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Itabaiana, suas praças e suas árvores.
O primeiro caso concreto de uma praça de Itabaiana transformada em laje foi a Praça Santo Antônio, desde 1960 convertida definitivamente em Largo. O segundo caso foi outro espaço também convertido em Largo, logo em laje de concreto, o Largo José do Prado Franco. Em ambos, funciona a Feira Livre.
Há também o memorável caso das praças que nunca foram. A Dom José Tomaz foi doada à Igreja que nela construiu o que é hoje o CTP. A Honório Mendonça, como a Prefeitura Municipal nunca indenizou negociadamente o dono do terreno, Dr. Gileno Almeida, este doou parte, quase toda à Associação Atlética de Itabaiana, criada por ele; parte foi vendida diretamente em lotes e em outra parte foi indenizado na marra já que a Prefeitura invadiu, doou terrenos ao INSS e aos Correios. E não pagou. Foi parar na Justiça com Dr. Gileno, naturalmente ganhando a causa, não sem algumas perdas. A Sebrão Sobrinho, essa é que nunca ninguém aventurou sequer negociar. E, como não houve invasão da Prefeitura, acabou sendo loteada. Houve ainda os casos peculiares da São Luiz, hoje renomeada para Sebrão Sobrinho, e que nunca foi do Município, porque terreno particular da família Teixeira e doado à Igreja; o caso da Praça João Pereira, cujo terreno foi doado junto com a parte onde hoje se assentam as escolas Airton Teles, Nestor Carvalho e Lenita Porto; e há o caso da José Francisco de Mendonça, no Conjunto Euclides Paes Mendonça, onde o Município construiu uma escola, depois saiu doando terrenos à Igreja, cuja última doação ocorreu no mês passado e a Praça vai encolher mais cinco metros, é o que dizem. Aliás, neste caso, existe a praça do Conjunto José Luiz Conceição onde mais da metade foi tomada pela Igreja na construção de outra paróquia.
A grande laje – a Praça de Eventos.
Desde que se estabeleceu no lugar onde foi a sede da fazendola de João Teixeira, pai de Oviedo e do prefeito Silvio Teixeira e avô de José Carlos Teixeira, que a hoje Praça de Eventos, oficialmente Praça Etelvino Mendonça passou a fazer parte das preocupações dos vários prefeitos: um pepino gigante a ser descascado. Até pra cimentar era complicado porque o maior espaço aberto urbano de Itabaiana. Em 1991 João Alves Filho foi reconduzido ao Governo do Estado, com votação maciça de Itabaiana na eleição de 1990; não tanto como em 1982, mas maciça. Em 1994 foi forçado pelas circunstâncias a apoiar Albano Franco que, ressalve-se, nunca foi bom de urna. Teve fim aí a urbanização da Praça de Eventos. O modelo, tipicamente ao gosto dos administradores de Itabaiana, como se vê no projeto original, baseado na laje; pelado. Como mera ilustração, árvores num triângulo na esquina das avenidas Manoel Teles com João Teixeira; metade da quadra onde hoje foi apropriada pelos topiqueiros e duas fileiras – não apenas uma como é hoje – de árvores ao redor do conjunto. Informaram-me na época em tom de ufanismo que era um projeto baseado numa praça na Califórnia, não sei se em San Diego, San Francisco ou outra cidade do grande estado americano. Ocorre que toda a Califórnia está numa latitude acima de 30 graus; logo, com níveis de insolação de metade do que temos no inverno e menos de um terço do que temos no verão. O Parque do Ibirapuera em São Paulo, capital, e o Central Park em Nova Iorque não são propriamente lajes de concreto; todavia a atividade cultural ali, incluindo megashows é intensa. Mas aqui preponderou a laje. Como se vê no projeto original aqui anexado, sequer a quantidade de árvores planejada foi plantada. Quase 30 mil metros quadrados com apenas míseras 102 árvores, quase todas arbustivas. Existem R$ 2.032.000,00 pré-contratados junto à Caixa Econômica (ainda depende de alguns detalhes pra serem liberados pelo Ministério do Turismo) para reforma da dita Praça. Ao que parece, nem projeto existe. Esperemos o que virá – e se virá – pela frente.Na foto acima: projeto arquitetônico em 1994, antes da construção; o lugar onde seria o parquinho em 2009, já com os topiqueiros dela apossados; e em 1995, um ano depois da obra inaugurada.
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09:16
quinta-feira, 13 de junho de 2013
De vícios e embromações
Mais que Itabaiana, Lagarto ou Estância.
- Aracaju: renda de 1.021.671.488,20, população de 579.563 habitantes, renda per capita de R$ 1.762,83.
- Nossa Senhora do Socorro: renda de 148.921.993,17, população de 163.047 habitantes, renda per capita de R$ 913,37.
- Canindé do São Francisco: renda de R$ 101.863.707,37, população de 25.219 habitantes, renda per capita de R$ 4.039,16.
- Lagarto: renda de 109.294.976,36, população de 95.746 habitantes, renda per capita de R$ 1.141,51.
- Estância: renda de 108.086.707,22, população de 64.825 habitantes, renda per capita de R$ 1.667,36.
- Itabaiana: renda de 98.028.587,34, população de 87.747 habitantes, renda per capita de R$ 1.117,17.
- Carmópolis: renda de R$ 75.184.503,29, população de 13.822 habitantes, renda per capita de R$ 5.439,48.
- Rosário do Catete: renda de R$ 53.646.026,78, população de 9.384 habitantes, renda per capita de R$ 5.716,75.
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12:34
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Porque parou? Parou por quê?
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08:10
segunda-feira, 3 de junho de 2013
É coisa de bandido!
Foto: crédito Leonardo Dias, Itnet (clique pra ler a reportagem)
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18:14
terça-feira, 28 de maio de 2013
Dois anos de uma revolução ainda não percebida.
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16:49
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Os prefeitos das praças.
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07:20
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Democracia ditatorial.
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16:18
domingo, 28 de abril de 2013
O parque dos elefantinhos brancos.
Um giro rápido hoje, para me atualizar, dei de cara com nada menos que 8 (oito) elefantes brancos; obras iniciadas pela Prefeitura Municipal de Itabaiana e todas paralisadas, quatro delas com severos prejuízos ao cidadão-eleitor-pagador de impostos (uma, de administração federal). E olha que sequer aventurei ir até onde se diz seria construído um novo Matadouro com uma verba que veio pra melhorar o antigo, e não para construir outro: aí, nem uma coisa nem outra. Serviu apenas para encher os olhos dos financistas que, certos de já encontrarem o cofre da viúva forrado, investiram e elegeram um prefeito tirando a reeleição de outro.
Cinco aninhos de vida: parabéns pra você, elefantinho especial!
Mais seis elefantinhos.
O Pórtico
A Praça de Alimentação
O Matadouro.
A Praça da Mangabeira
A Praça da Juventude
O Caps Santo Onofre.
Elefante Federal.
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18:40
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Quando o feitiço é demais.
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19:45
domingo, 14 de abril de 2013
Opiniões que importam. E muito.
Degradação do Judiciário
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14:57