Obs. Há uma discordância de mais 100 habitantes verificados pelo próprio IBGE na contagem de 2007. Porém, muito aquém dos 593 “faltosos”, em relação ao eleitorado; sem levar em conta que tal valor é relativo à toda a população.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
O "milagre" da multiplicação dos votos.
Obs. Há uma discordância de mais 100 habitantes verificados pelo próprio IBGE na contagem de 2007. Porém, muito aquém dos 593 “faltosos”, em relação ao eleitorado; sem levar em conta que tal valor é relativo à toda a população.
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Almeida
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14:13
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Recompensa.
Amanhã, mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam, ver o dia raiar.
Guilherme Arantes, in Amanhã.
Pouco a pouco, Percílio, o “maluco” que alguns anos atrás resolveu domesticar aves de rapina num sítio ao pé da lendária serra de Itabaiana, ainda na região do Gandu, vai colhendo frutos de anos de trabalho, muitas vezes injustamente desprezado por pessoas de visão curta. A chamada de “capa” do UOL, maior provedor de internet na América Latina do dia de hoje bem ilustra a importância de seu trabalho.
Nem tudo está perdido! Ainda vale a pena sonhar.
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Almeida
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15:19
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Sujeito cri-cri
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Almeida
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22:27
O Monstrumento.
Contra-senso. No mínimo.
Todos os manuais de Saúde Pública da OMS e conseqüentemente de todos os órgãos a ela filiados mundo afora, Brasil inclusive, afirmam da necessidade de iluminação e ventilação naturais em ambientes onde estejam seres humanos. Principalmente os de... Saúde! Ou de tratamento de doentes. Por isso conjuntos habitacionais – financiados e ou fiscalizados pelas agências internacionais (BIRD, ONU, OMS, et coetera.) - são construídos levando em conta certa distância entre as suas unidades (que a malandragem dos politiquinhos brasileiros diminuem no espaço geral para economizar os vinte(só?) por cento da gatunagem). Por isso os hospitais - antes da arrogância tecnológica subir à cabeça dos humanos – eram construídos em locais frescos, preferentemente altos, arborizados e, claro, muito ventilados. A arrogância acima descrita junto com a ganância de lucros e a conseqüente desregulamentação – se não nas normas; mas na prática – levou à instalação de instituições clínico-hospitalares em situações pra lá de desaconselháveis.
Bem, mas a observação aqui é sobre o novo perfil do posto de Saúde do SESP. Estão construindo uma muralha que mais parece para uma clínica antiga para doidos do que para pacientes comuns e atuais. Talvez o tamanho da muralha justifique o investimento de quase meio milhão de reais na reforma de um prédio que custaria possivelmente apenas o dobro disso(muros são sempre pra esconder). Mas o que chamou a atenção deste meio escriba e meio servidor dinossáurico da Saúde é que estão acabando com uma das principais coisas boas do prédio, feita exatamente para adequar-se às normas da OMS: a ventilação. Alguns, menos curiosos ou mesmo menos inteligentes hão de se perguntar por que a “besteira” de ter os engenheiros do finado SESP ali construído aquele prédio com uma base tão alta. Eis a resposta: ventilação. Ninguém; nenhum ser vivo vive sem ar. Por mais computadores, naves espaciais, aparelhos “de saúde” milagrosos que construa. O ar continuará sendo necessário aos pulmões com interrupções máximas de um ou dois minutos e raríssimas vezes. Também o tal muro assassino de ventilação não garante segurança absolutamente nenhuma, se é que é essa a alegação. Todos os manuais sérios de segurança atuais são unânimes em afirmar o perigo que é o cercar-se de muros, criando assim um esconderijo ideal para ladrões mais técnicos se aproveitarem da ausência do dono, especialmente as mais prolongadas. Mas, reclamar a quem, né? Os liberais liberaram tanto que acabaram dando tiros nos próprios pés. Como exemplo a atual enxurrada de quedas de preços de ações nas bolsas de valores. Os governos dos “companheiros” parecem não estar a fim de “contrariar” ninguém. E fiscalização com exigência de cumprimento de normas é o que mais irrita aos da liberdade ilimitada. Enquanto isso sobem monstrumentos, para dar vazão a gastos que deveriam ser investimentos. É o PAC do empacamento de tantas outras obras bem mais necessárias e urgentes num município tão carente. Geração de notas.
Oremus!
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Almeida
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21:49
Conversa pra boi dormir.
No mais, tro-lo-ló pra deitar falsas esperanças em gente bem intencionada, mas que ainda tenta descobrir o que aconteceu. Já que sempre acreditou em histórias de Chapeuzinho Vermelho.
Se as provas consistentes para tal existir, e vier a funcionar, mesmo que meio incrédulo sou capaz de pagar promessa a qualquer santo em agradecimento pelo enorme avanço democrático que terá havido em Itabaiana.
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Almeida
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14:25