Antes de junho do próximo ano muita gente vai desistir da política. E não será por "ira sagrada" contra a corrupção. Em contrário.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
E quem mais?
Antes de junho do próximo ano muita gente vai desistir da política. E não será por "ira sagrada" contra a corrupção. Em contrário.
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Almeida
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17:04
terça-feira, 28 de julho de 2009
Birra minha.
Brizola ganhou a eleição que o sistema Globo ainda tentou fraudar no escândalo que ficou conhecido como Proconsult.
Sei não, mas essa história de inflar Nilson Lima... é que eu não conheço ninguém, mesmo no extrato médio da sociedade, que se lembre quem é esse moço!
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Almeida
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21:57
segunda-feira, 27 de julho de 2009
O armistício.
É mais ou menos como numa preparação à tempestade: o calor insuportável, agônico, por dias a fio; de repente as rajadas de vento com poeira; as primeiras gotas, grossas; o toró caudaloso; por fim a chuva fina, o resfriamento, as andorinhas voando atrás das formigas e cupins de asas... a paz. Até que lenta, e exponencialmente se forme outra tempestade. Quando essa se formar, helicópteros, morteiros, bazucas, fuzis, metralhadoras, foguetes... cruzarão os céus de Itabaiana para impor a ordem. E a TV e os jornais da capital virão para mais uma vez mostrar a “mais violenta cidade de Sergipe”. Tem sido assim desde que João Fernandes Madeira por aqui aportou depois de 13 de outubro de 1663.
Cronicamente por aqui “as Justiças se não fazem”, como dizia Magalhães Paços, ouvidor em 1799. O quadragésimo oitavo município criado no Brasil só conheceu seu primeiro Juiz de Direito em 1849, depois de cento e cinqüenta e um anos de existência, da mesma forma que sua primeira casa para guardar presos que de fato eram “Na da Itabayana são os troncos a segurança do presos, que de mais” precisavam “ser guardados com sentinella a vista”(*), de fato só veio a ser construída em 1919. Ah, o Juiz, Dr. Luiz Duarte Pereira, logo estava de volta pra São Cristóvão, a capital.
Me consta que, o último delegado de Polícia a fincar raiz por aqui de fato foi o bacharel Nivaldo Elias Barbosa que daqui saiu da casa em que morou no Beco dos Lírios (Trav. José Cornélio da Fonseca) em 1981. Os efeitos de sua estadia in loco permaneceriam por mais dois anos: 4 assassinatos em 1979, 2 em 1980, 6 em 1981, 5 em 1982 e 1983, e... 13 em 1984. O último Juiz de Direito que efetivamente aqui residiu é anterior a Jose Anderson Nascimento, que, salvo engano, por aqui esteve até 1977.
E ainda dizem que este é um município violento!
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Almeida
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20:45
Requentamentos
Por que o MPF demorou quatro anos pra achar complicações na administração de Luciano Bispo – a que terminou justo há quatro anos? (mais aqui)
Por que diabos os tribunais demoram tanto para bater o martelo? (aqui) (use as setinhas para ver a outra página).
Desta forma, e, com essa demora toda, os atos supostamente correcionais serão sempre punitivos ao homem público que queira ser correto, sujeito a viver sob pressão desnecessária continuadamente; e uma premiação aos “espertos”, aos "banda-voou".
Querem brincar com a minha boa-fé, é?
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Almeida
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19:32
Nhém-nhém-nhém
Exmo. Sr. Secretário de Estado da Saúde do Estado de Sergipe;
Para o povo - qualquer povo - um governador manda mais que um prefeito, certo?
(mais aqui. Clique)
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Almeida
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17:44
Tudo como d'antes
“Segundo O SINTESE O inchaço de funcionários sem concurso público da máquina administrativa da Prefeitura Municipal de Itabaiana provocada por secretários, asseclas e alguns vereadores...”
Bem, onde há fumaça há fogo; e o zum-zum é geral de que há gente demais nos quadros municipais. Mesmo que não tenham sido apresentados números, cópias documentais, todavia, há comentários generalizados sobre a matéria. Mas aí vem a desgraceira toda, que retira qualquer seriedade e, pior, denuncia a vulgaridade, o sectarismo interesseiro e, portanto, o fim daquilo a que aparentemente se propõe a mensagem:
“... do príncipe Dom Lúcio da Jegolândia beira ao...”
Dessa forma acaba por caracterizar os dois partidos como os dos que estão comendo e os dos que querem comer. Dois bandos empenhados em assaltar o poder e suas benesses; não dois partidos, já que não há o mínimo senso de nobreza nas atitudes.
Apesar de termos feito tudo, tudo, tudo que fizemos; ainda somos os mesmo e vivemos, como nossos pais.
Belchior in Como nossos paisMais aqui (clique)
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Almeida
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16:13
domingo, 26 de julho de 2009
Os que foram e já não o são.
Num desses momentos de observação me chamou a atenção, certa vez, os comentários de um ex-pároco aqui em Itabaiana que costumava, por certo tempo questionar as fidelidades ideológicas dos políticos. Dizia então ele que andava meio chateado de falar com algum político associando-o a um partido, devido ao risco de o dito cujo já não estar mais naquele partido, logo, fazer-lhe pagar mico.
- E aí, Sr. Fulano, como vai o senhor e o PT ? – perguntava ele.
- Eu não estou mais no PT, não. Sabe como é, né? Político é sempre precisado e aí, me ofereceram uma melhorazinha, né?... – respondia o outro.
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Almeida
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16:06